A saga Comic dos judeus e seus super heróis



Hoje começaremos postagens falando dos nosso Super heróis dos quadrinhos. Acompanhem serão muitos portes.
    Os criadores dos primeiros super-heróis conhecidos hoje por nós, eram jovens judeus que viviam nas principais cidades norte-americanas, no período pós-depressão. Filhos de imigrantes vindos do Leste europeu, eles vivenciaram o difícil processo de adaptação de seus pais e sua luta para conseguir um padrão melhor de vida.

   Estas marcas, assim como sua herança judaica, são facilmente identificadas na personalidade aventureira e destemida dos heróis que criaram. O leit-motif sempre gira em torno de um incansável embate do bem contra o mal, para que, ao final, prevaleça o bem. A defesa dos fracos e oprimidos, a luta contra o crime e a prevalência da justiça são as principais atribuições de todo super-herói.
   O arquétipo perfeito do super-herói é o Super-Homem. A criação deste primeiro e mais famoso personagem marca o início da chamada "Era de Ouro" das histórias em quadrinhos, as HQs. Invencível e invulnerável, este personagem voa e possuí inúmeros super-poderes, entre outros, um grau de visão e audição muito superior ao dos comuns mortais, habitantes deste nosso planeta. O Superman tornou-se modelo para uma série de personagens e, em seus quase 70 anos de existência, são incontáveis os estudos acadêmicos sobre o personagem.
  Seus criadores foram dois jovens judeus de Cleveland -Jerry Siegel (1914-1996) e Joe Shuster (1914-1992). Mas, apesar do imenso sucesso, foram atribulados os passos iniciais do "Homem de Aço", como também é conhecido. A primeira vez que Spiegel usou o termo Super-Homem foi em 1933, em uma aventura de ficção científica ilustrada por Shuster e intitulada "O Reino do Super-Homem". Infelizmente, esse texto se perdeu. Nessa aventura, o super-herói possuía uma mente diabólica, com avançados poderes mentais. Depois que Hitler assumiu o poder na Alemanha, em 1933, Siegel e Shuster  repensaram seu personagem, transformando-o em uma superpotência benigna, incansável em sua luta contra o mal. O grande problema, no entanto, foi encontrar um editor interessado em produzir uma HQ com o novo personagem. Os jovens enviaram o projeto para um editor especializado, que não se interessou pelo tema. O Super-Homem ficou esquecido por cinco anos, até o projeto chegar às mãos de Harry Donnenfeld e Jack Liebowitz - ambos judeus e proprietários da quase falida empresa nova-iorquina Detective Comics.
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