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   Quando li essa postagem no blog da querida Esther Goldberger , lembrem que antes de me casar li um livro de titulo "Casamento com compromisso" da Rebbetzin Esther Jungreis. Até então não tinha muita ideia do que seria exatamente, e vendo essa postagem tão completa resolvi compartilhar com vocês... Então meninas vem comigo ler a explicação.
16.01.2018 - Por: Esther Goldberger
   Como uma mulher pode se tornar uma Rebbetzin? Eh uma profissão? Ha um curso especifico? Ela pode ser uma Rebbetzin se o marido não eh Rabino?  A esposa de cada rabino é automaticamente um Rebbetzin? Qual a diferença entre Rebbetzin e Rabanit? Elas ganham salario? Possuem direitos trabalhistas? O que elas fazem durante o dia? 
   Essas são algumas perguntas que eu peguei online, vindas de varias pessoas que se perguntam o que significam os títulos de rebbetzin e rabanit.
Da Wikipedia americana: 'rebbetzin (yiddish: רביצין) ou rabbanit (hebraico: רַבָּנִית) é o título usado para a esposa de um rabino, tipicamente dos grupos ortodoxos. A palavra yidish 'rebbetzin' tem uma etimologia trilíngue: hebraico rebbə "mestre", mais o sufixo feminino eslavo -itsa e o sufixo feminino alemão -in.'

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Estudo feito em comunidades de pescadores constata que um terço das principais espécies pescadas está ameaçado e põe em risco a segurança alimentar (foto: Matthew Hoelscher / Wikipedia)
Peter Moon  |  Agência FAPESP – O esgotamento mundial dos cardumes, a redução na diversidade do que é pescado e a diminuição no tamanho dos peixes capturados são grandes desafios para a atividade pesqueira. O enfrentamento dessas questões envolve o desenvolvimento de políticas de conservação de cardumes e de pesca sustentável.

Tais problemas não estão apenas ligados ao aspecto macroeconômico da indústria pesqueira e da aquicultura, responsáveis pelo abastecimento do mercado mundial com proteína animal marinha. Há os aspectos econômico-ecológicos ligados à pesca em pequena escala e que escapam às estatísticas dos organismos de fiscalização governamentais.

Esses aspectos envolvem a pesca artesanal em pequenas comunidades tradicionais, muitas delas espalhadas pelo litoral da Mata Atlântica brasileira, como revela um estudo que vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos 20 anos em sete comunidades de pescadores artesanais no litoral sul do Rio de Janeiro e no litoral norte do Estado de São Paulo.

O estudo liderado por Alpina Begossi, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), registrou que boa parte das espécies de peixes capturadas por pescadores artesanais se encontra em situação de ameaça. Begossi é também professora na Universidade Santa Cecília e diretora do Fisheries and Food Institute (FIFO), ou Instituto para a Pesca, Diversidade e Segurança Alimentar, do qual é uma das fundadoras.

A pesquisadora atua desde os anos 1980 na área de ecologia humana das comunidades de pescadores artesanais na costa da Mata Atlântica e de populações ribeirinhas da região amazônica. Seu método de trabalho consiste em combinar conceitos e modelos de biologia, ecologia e antropologia para entender as relações entre a população e o uso dos recursos naturais.

Begossi e colegas acabam de publicar a primeira radiografia da situação dos pescadores artesanais nos litorais de São Paulo e do Rio de Janeiro e dos pesqueiros dos quais eles dependem. O trabalho foi publicado na revista Ambio e está inserido em um Projeto Temático coordenado por Begossi e financiado pela FAPESP.

“A pesquisa resume uma série de projetos iniciados nos anos 1990, com pesquisadores do Brasil e, atualmente, com outros da França e da Croácia que vêm trabalhando comigo desde então”, disse Begossi.

Ela se refere aos coautores do artigo Natalia Hanazaki, da Universidade Federal de Santa Catarina, Priscila Lopes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Renato Silvano, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Gustavo Hallwass, da Universidade Federal do Pará, e Svetlana Salivonchyk, do Institute for Nature Management da Bielorrússia.

“Temos reunidos 20 anos de dados de consumo da pesca artesanal. No período, fizemos o registro das espécies de peixes consumidas e constatamos a sua crescente escassez com o passar dos anos, o que está em concordância com os indícios de que algumas espécies estavam sendo superexploradas, enquanto outras entravam para a lista vermelha das ameaçadas”, disse.

Com o enorme conjunto de dados de que dispunha, o grupo resolveu reuni-lo no trabalho agora publicado. Entre 1986 e 2009, foram realizadas centenas de entrevistas com pescadores artesanais de sete comunidades nas ilhas de Búzios, Vitória, Jaguanum e Itacuruçá e em três localidades costeiras (Puruba, Picinguaba e Praia Grande/Paraty).

O questionário aplicado nas entrevistas com os pescadores era de respostas abertas e envolvia perguntas do tipo “Você comeu peixe no jantar de ontem?”, “Qual peixe?”, “E no almoço?”.

Entre 70 e 110 espécies de peixes são alvo de captura pela pesca artesanal e comercial na região. As oito espécies mais frequentemente mencionadas pelos entrevistados foram a anchova (Pomatomus saltatrix), pescada (Cynoscion sp.), corvina (Micropogonias furnieri), garoupa (Epinephelus marginatus), peixe-espada (Trichiurus lepturus), xarelete (Caranx sp.), tainha (Mugil curema) e imbetara ou betara (Menticirrhus americanus).

De um total de 65 espécies mencionadas pelos pescadores em 347 entrevistas e mais de 1,5 mil coletas sobre consumo, cerca de 33% tiveram redução de população desde o início do estudo em 1986, enquanto para 54% das espécies capturadas a situação de seus estoques é desconhecida de acordo com dados da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Segundo os autores, a crescente escassez de tais espécies impacta a segurança alimentar e o sustento dos pescadores artesanais que dependem dos recursos de sua captura tanto para a alimentação de suas famílias quanto para complemento de renda.

A maioria das espécies mencionadas é preterida pela pesca comercial pelo baixo volume dos cardumes. Por isso mesmo, elas têm maior valor individual e são fornecidas a restaurantes especializados no eixo Rio-São Paulo.

“Como resposta à ameaça aos cardumes, o governo brasileiro já estabeleceu diversas proibições à captura das espécies ameaçadas de extinção, sem, entretanto, incluir medidas de manejo da pesca e sem incluir prioridades no estudo dessas espécies”, disse Begossi.

“Se por um lado tal política visa proteger e recuperar os cardumes, por outro ela consiste em uma ameaça à pesca em pequena escala e ao sustento dos pescadores artesanais e suas famílias. A solução não está na proibição pura e simples da pesca destas espécies, mas no seu manejo sustentável”, disse.

Há ainda a questão da diversidade alimentar. “As espécies capturadas pela pesca artesanal são aquelas que garantem nossa diversidade alimentar. Os peixes preferidos, como a garoupa ou o robalo (Centropomus undecimalis), vêm da pesca artesanal. Nenhum deles vêm da pesca industrial”, disse a pesquisadora.

“Há espécies que eram comuns nos anos 1980, como a garoupa, mas que rarearam bastante. Hoje ainda se encontra garoupa, mas de tamanho menor. Já um peixe do mesmo gênero como o cherne (Epinephelus niveatus), este não se vê mais. Não é mais citado pelos pescadores. É um caso crítico”, disse.

O trabalho de Begossi e colegas destaca a necessidade de se reunir mais e melhores dados biológicos e ecológicos das espécies marinhas da costa da Mata Atlântica brasileira. Segundo ela, esses dados são “urgentemente necessários” para ajudar a promover a conservação e o manejo destas espécies.

“Nossa opção é permitir que esses peixes desapareçam? Nossa escolha é daqui para a frente comer apenas três ou quatro espécies de peixes, aqueles fornecidos pela aquicultura, como a tilápia e o salmão? É esse o futuro que queremos?”, disse.

O artigo Threatened fish and fishers along the Brazilian Atlantic Forest Coast (doi:10.1007/s13280-017-0931-9), de Alpina Begossi, Svetlana Salivonchyk, Gustavo Hallwass, Natalia Hanazaki, Priscila F. M. Lopes e Renato A. M. Silvano, pode ser lido em https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs13280-017-0931-9.



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O mármore é uma pedra natural que, junto ao granito, é adorado por arquitetos, designers de interiores e seus clientes, seja pelo seu visual ou pelas vantagens que apresenta.

A rocha ornamental é conhecida principalmente por trazer sofisticação aos ambientes, seja usando-se em pisos, paredes ou bancadas.

Apesar de tudo isso, no momento de orçar um projeto o preço do mármore pode sair não muito em conta, já que há o custo da instalação + preço da pedra, que é elevado. Confira alguns valores.

No entanto, é claro que a indústria não se deixaria abalar e conseguiria levar ao mercado opções que fossem visualmente semelhantes ao mármore. Assim, mesmo com baixo orçamento seus clientes poderão ter acesso ao visual rústico proporcionado por eles.



Porcelanato

Porcelanatos já são conhecidos por serem um tipo de revestimento duradouro e de qualidade. Possuem uma grande variedade de cores e estilos, sendo um deles o que imita o aspecto do mármore.

O material é ideal para ambientes internos e externos, enquanto o mármore não é recomendado neste último por sofrer desgastes com intempéries.

O porcelanato é um piso pouco poroso, fazendo com que sua resistência seja alta e possa ser utilizado em locais que costumam molhar ou sofram com a umidade.

Seu preço ainda é um pouco elevado, mas nada que se compare à pedra natural.

Porcelanatos que imitam mármore carrara podem ser encontrados em peças grandes (1x1m), ajudando a simular mais realisticamente o aspecto da pedra.

A impressão de tal tipo de porcelanato vem evoluindo cada vez mais. Já é possível encontrar modelos que possuem veios distintos em cada peça, como ocorre com o próprio mármore.

Por fim, a instalação do porcelanato cria juntas secas que farão a diferença entre um revestimento e outro ser mínima.


Corian

A criação do Corian como material surgiu justamente para ser uma opção mais barata em relação ao mármore. É semelhante ao Silestone que, por sua vez, mimetiza o granito.

O Corian é um material sintético feito 100% de plástico, enquanto o mármore é natural.

Criado para ser utilizado em bancadas, o material é fácil de ser moldado, possui alta resistência a danos, bactérias e manchas e pode ser consertado com facilidade. A limpeza e manutenção são práticas e simples.

Veja também:  Pinturas artesanais dão vida nova a vasos de barro
Possui mais de 80 opções de cores e também é fabricado na cor puramente branca, opção que o Silestone não oferece.


Cerâmica

Revestimentos cerâmicos também entraram na onda de imitar o visual de pedras. A cerâmica costuma sair pela metade do preço oferecido pelo mármore.

As peças de cerâmica são utilizadas principalmente para pisos e revestimentos de parede e são de fácil manutenção. Além disso, o piso costuma não manchar.

Algumas desvantagens são o rejunte que fica facilmente encardido e a resistência, que não é muito alta.


Pintura

Com tanta tecnologia na indústria, as tintas já não servem mais apenas para pinturas básicas e lisas. Pode-se criar efeitos a partir da tinta como se a parede estivesse com outro tipo de revestimento, inclusive o mármore.

A Suvinil possui uma linha de efeitos decorativos composta por quatro tipos de textura que podem ser aplicadas. Uma dessas linhas é a “efeito mármore”.

As tintas saem mais baratas que a pedra e ainda possuem menor espessura. Já em questão de durabilidade, não é a melhor.


Vinil/piso vinílico

O vinil é um material que possui estilos, cores e padrões dos mais diversificados. É claro que o “estilo mármore” não ficaria de fora.

Utilizado geralmente como piso, o vinil é de fácil e rápida instalação, por meio do sistema de encaixe. Da mesma forma, retirar o material é possível sem desperdiçar ou danificá-lo.

O piso vinílico não mancha, é antiderrapante e não deforma. Entretanto, não é recomendado que seja usado em locais em contato direto com a água, como box de banheiro, por exemplo.

Saiba mais cobre instalação e cuidados com pisos vinílicos.


É importante lembrar que alguns desses materiais apenas se assemelham visualmente ao mármore, não podendo oferecer outras características como a resistência, o polimento e outras funções desejadas.

A decisão de qual material escolher, incluindo o mármore como opção, deve ser pensada planejando-se a longo prazo. Muitas vezes, apesar de sair caro, o mármore em si pode acabar possuindo o melhor custo-benefício. Para as vezes que não, fica a dica do bim.bon para o seu próximo projeto.

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3º dia
Chegada em TEL AVIV e traslado para o hotel;
Tempo livre em Tel Aviv;
Jope – Antigo Porto – História de Jonas – Casa de Simão, o curtidor;
Jantar e pernoite em Tel Aviv.
4º dia
Cesarea Marítima – História de Paulo e Cornélio – Teatro Romano;
Monte Carmelo (Haifa) – História do Profeta Elias, do rei Acabe e Jezabel;
Nazaré – Igreja da Anunciação – Caná da Galileia (local do 1º milagre);
Jantar e pernoite em Tiberíades.
5º dia
Passeio de barco no Mar da Galileia;
Aldeia de Cafarnaum – ruínas da Sinagoga de Jesus, ruínas da casa de Pedro;
Monte das Bem-Aventuranças;
Tabgha – local da multiplicação dos pães e peixes;
Ruínas de Magdala;
Yardenit – O rio Jordão (local de batismo);
Jantar e pernoite em Tiberíades.
6º dia:
Vale do Jordão;
As ruínas de Jericó;
Qumram – local onde os manuscritos do Mar Morto foram encontrados;
Mar Morto (com possibilidade de banho);
Jantar de pernoite no Mar Morto.
7º dia:
Chegada em JERUSALÉM – Celebração;
Museu de Israel – Maquete de Jerusalém;
Os manuscritos do Mar Morto;
Lado moderno da cidade;
Jantar e pernoite em Jerusalém.
8º dia
Monte Sião – Cenáculo – Túmulo de Davi;
Cidade de Davi;
Tanque de Siloé;
Muro das Lamentações;
Celebração no Monte das Oliveiras;
Noite de compras (*)
Jantar e pernoite em Jerusalém.
9º dia
Oração e foto oficial no Monte das Oliveiras;
Jardim do Getsêmani;
Vale de Cedrom;
Tanque de Betesda;
Local da Condenação de Cristo;
Via Dolorosa;
Igreja do Santo Sepulcro (católica);
Portão de Damasco;
Monte do Calvário;
Jardim do Túmulo;
Jantar e pernoite em Jerusalém.
10º dia
Traslado para o Aeroporto de Tel Aviv e embarque para o Rio de Janeiro.

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Resultado de imagem para Vayêshev
A Parashá Vayêshev inicia descrevendo o grande amor de Yaacov por seu filho Yossef, o que acaba provocando o ódio de seus irmãos. O ciúme deles cresce quando Yossef lhes conta os dois sonhos que indicam que eles serão um dia subservientes a ele.


Yaacov envia Yossef para vigiar seus irmãos que estão guardando o rebanho longe de casa, e ao vê-lo se aproximar, planejam matá-lo. Reuven convence os irmãos a não matarem Yossef, mas é incapaz de salvá-lo totalmente quando os irmãos vendem Yossef como escravo no Egito. Após mergulhar o casaco de Yossef em sangue, eles voltam ao pai, que acredita que seu amado filho foi morto por um animal selvagem.

A Torá faz uma digressão para relatar a história de Yehudá e sua nora, Tamar.

A narrativa volta-se então para Yossef no Egito, onde se torna um escravo que obtém sucesso e é encarregado dos negócios da família de seu amo Potifar. A esposa de Potifar tenta de todas as formas seduzir Yossef, que resiste sempre ao assédio. Ao sentir-se recusada, ela grita dizendo que ele tentou violentá-la.

Yossef é jogado na prisão onde novamente é alçado a uma posição de liderança, desta vez ficando encarregado dos prisioneiros. Dez anos depois, o mordomo chefe do faraó e o padeiro são jogados na mesma prisão. Certa noite eles têm um sonho intrigante, que Yossef interpreta de forma acurada, e a porção conclui quando o mordomo retorna a seu cargo antigo e o padeiro é executado, como Yossef havia predito.

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