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O Brasil é o berço da água doce, a doce água que é boa de beber e de banhar, preciosamente armazenada na cabaça. Da abundância, surgiu o hábito que acompanha um povo desde a sua origem.

L'Occitane au Brésil navegou pelas águas doces brasileiras para a criação desta linha que combina o vigor das águas com ingredientes naturais para um verdadeiro banho de frescor.

De 04 a 10 de Outubro 
Vamos a mais um festividade, esta referente aos trechos citados a baixo: 
“Nas cabanas habitareis durante sete dias; todo natural de Israel habitará nas cabanas. Para que as vossas gerações saibam que nas cabanas fiz habitar os filhos de Israel, quando os tirei da terra do Egito.” (Levítico 23:42-43)

“E tomareis para vós, no primeiro dia, o fruto da árvore formosa (Etrog), palmas de palmeira, ramos de murta e de salgueiro de ribeiras, e vos alegrareis diante do Eterno, vosso Deus, por sete dias.” (Levítico 23:40)  
       Sucot: Montamos uma cabana no jardim ou no quintal, onde passamos 7 dias comendo nossas refeições, estudando e dormindo "Ou seja fazendo os afazeres normais do dia a dia como que morasse-mos lá". É a festa onde unimos 4 especies de vegetal o Etrog que tem sabor e aroma, o Lulav que tem sabor mas não tem aroma, a murta que tem aroma mas não tem sabor e o salgueiro que não possui nem um nem outro.
  Quando nos expomos aos elementos em cabanas cobertas com folhas comemoramos o abrigo que D'us deu aos nossos ancestrais quando eles viajaram do Egito para a Terra Prometida. As Quatro Espécies expressam nossa unidade e nossa crença na onipresença de D'us.

VEM ASSISTIR O FILME CONOSCO E ENTENDA UM POUCO DE FORMA DIVERTIDA SOBRE ESSA FESTA.
Sempre é bom conhecer
   Sempre é bom conhecer outras culturas, principalmente quando essa cultura é conhecida no mundo como uma religião, mais é simplesmente uma religiosidade, ou seja um costume étnico cultural, originado através de um livro de leis que fez sucesso "A Bíblia" assunto historiográfico que deixaremos para depois..
   Nesses 2 últimos meses teremos 4 grandes datas no calendário Judaico. Esse ultimos dias foi o Rosh Hashaná "Passagem no ano", O Iom Kipur "Dia do perdão", e depois teremos  Sucout "Festa da Cabanas ou festa do tabernáculo" e a poucos dias teremos o Simchat Torah "Dança ou alegria da Torah".

Eis um rápido resumo "Bem resumido" de como comemoramos esses dias?
Rosh Hashaná: A virada do ano e com o cair do sol, comemoramos com uma ceia farta, com pães, frutas e mel, não comemos nada amargo esse dia, para que nosso ano seja doce e bom, e tocamos shofar todo o mês.
O Iom Kipur: Dez (10) dias apos o fim de ano temos o dia do perdão, dia de afligirmos nossa alma, e  passamos 26 horas de jejum, estudando os trexos referentes as datas, fazendo leitura bíblicas e refletindo sobre nossos erros para que o perdão posso vir até nos perdão, pois de acordo como calendario hebreu esses são os dias na qual Ele "bendito seja" desce, estando assim mais poximorode nós.
Sucout: Montamos uma cabana no jardim ou no quintal, onde passamos 7 dias comendo nossas refeições, estudando e dormindo "Ou seja fazendo os afazeres normais do dia a dia como que morasse-mos lá". É a festa onde unimos 4 especies de vegetal o Etrog que tem sabor e aroma, o Lulav que tem sabor mas não tem aroma, a murta que tem aroma mas não tem sabor e o salgueiro que não possui nem um nem outro. 
Simchat Tora: É maior festa, pegamos a Torá fechada e dançamos com ela nos braços. "Para quem não sabe Torah não é um livro desconhecido, mas nem todo mundo sabe que ela é os 5 primeiros livros da biblia originais, e é escrita hoje da mesma forma que foi escrita a mais de 2500 anos".

Quer saber mais visite o site oficial internacional judaico



Yom Kipur (o Dia da Expiação): 29-30 de setembro, 2017


Yom Kipur é a oportunidade dada por D’us de virar a página de nossa vida e acreditar em nossa capacidade de melhorar. Devemos corrigir os erros, mas não nos tornarmos reféns do passado, incapazes de olhar para o futuro.

Durante os dias que antecedem Yom Kipur, o Dia da Expiação, recitamos antes das orações matinais as Selichot – os pedidos de perdão a D’us. Sempre nos referimos a essas orações no plural – Selichot – e não no singular, Selichá. Nossos Sábios explicam que isso significa que o pedido de perdão tem duas vias: não apenas pedimos perdão, mas, também, perdoamos. A quem precisamos perdoar? Às outras pessoas, a D’us e a nós mesmos.

Na língua hebraica, há várias palavras que significam perdão. As preces de perdão foram chamadas de Selichot porque o valor numérico de Selach é 98, que é o número de maldições mencionadas na Torá. Isso para nos ensinar que o perdão tem o poder de transformar a maldição em bênção, neutralizando tudo o que há de negativo no mundo. Mas o que significa perdoar, de acordo com o judaísmo?

O que significa perdoar?

Na Torá, há mandamentos que determinam tanto nossa relação com D’us quanto com relação a outros seres humanos. Consequentemente, há dois tipos de erros que o homem pode cometer contra: D’us e contra seus semelhantes.

O que significa pedir perdão a D’us pelos erros e transgressões cometidas contra Ele? Significa reconhecer que, ao longo do ano, nem sempre cumprimos Seus mandamentos. Em Yom Kipur, D’us pode perdoar-nos apenas por esse tipo de transgressões e não pelas faltas que cometemos contra outros seres humanos.

E o que implica pedir perdão a uma pessoa? Não significa apenas dizer “Me perdoe”, apesar disto ser um bom começo. Pedir perdão implica procurar reparar o erro. Se tivermos prejudicado alguém financeiramente, devemos devolver o que devemos ou, no mínimo, admitir a dívida. Se tivermos denegrido a imagem de alguém, devemos tomar as medidas necessárias para redimi-la. (Vale ressaltar, porém, que quando ofendemos ou prejudicamos outra pessoa, é necessário um pedido de perdão duplo – tanto a ela quanto a D’us. Pois ofender, ferir ou prejudicar outra pessoa de qualquer forma é, também, uma transgressão dos mandamentos Divinos, que nos ordenam amar a todos, fazer o bem e nunca fazer mal a ninguém).

Portanto, para se obter o perdão em Yom Kipur, precisamos procurar consertar nosso relacionamento tanto com D’us como com as outras pessoas. Porém, não adianta bater no peito e confessar os pecados, e esperar que D’us nos perdoe inclusive pelos erros que cometemos contra os outros. Para sermos perdoados desses erros, precisamos, antes do início de Yom Kipur, pedir desculpas àqueles que, de alguma forma, prejudicamos ou magoamos. Precisamos fazer de tudo para retificar nossos erros – tanto com atos como com palavras.

A verdade é que cada um de nós precisa pedir perdão e também perdoar os outros. Assim como quem falhou com outra pessoa deve pedir perdão, cabe à pessoa que recebeu um pedido de desculpas perdoar, contanto que o pedido dela seja sincero e de fato faça o possível para corrigir o erro cometido.

Acima, mencionamos que há três tipos de perdão. Devemos perdoar as outras pessoas, devemos perdoar a D’us e devemos perdoar a nós mesmos. Para muitos, é mais fácil perdoar aos outros seres humano e a D’us do que a si próprio. Muitas pessoas se condenam por suas falhas e são incapazes de se perdoar. Esta inabilidade é algo negativo, pois nossa vida fica presa ao passado. O auto-perdão é uma demonstração de humildade, pois demonstra que reconhecemos que somos humanos e não infalíveis.

A grandeza de Rosh Hashaná e Yom Kipur é que D’us instituiu um dia no qual temos a oportunidade de “virar a página”. Precisamos estar cientes de nossos erros – e fazer todo o possível para corrigi-los – mas não podemos permitir que eles nos definam. Não podemos nos tornar reféns dos erros do passado, incapazes de olhar para frente. Yom Kipur não é o dia em que falamos para D’us que somos “inocentes”, e sim, em que admitimos nossa culpa. Mas é, também, o dia em que expressamos o desejo de melhorar. Assumir nossos erros já é parte integrante da obtenção do perdão.

Há uma enorme diferença entre o que a pessoa é e o que ela faz. Fazer algo errado não significa ser errado. Um mau comportamento, uma má atitude não pode definir quem a pessoa é. Isso, evidentemente, não significa que nossos atos não sejam importantes e significativos. Significa que eles não podem nos definir: talvez erramos ontem, talvez erramos hoje, mas amanhã podemos agir corretamente. O fato de uma pessoa errar não significa que ela não deva ser perdoada ou que não possa modificar-se.

Rabi Shneur Zalman de Liadi, o Alter Rebe, fundador do movimento Chabad-Lubavitch, explica o significado de um verso nos Salmos que, aparentemente, não faz sentido. Está escrito que “D’us nos perdoa para que possamos temê-Lo”. À primeira vista, esse conceito parece ser ilógico: se alguém sabe que será perdoado, deveria ter menos medo de pecar. O Alter Rebe explica esse verso com uma metáfora. Suponhamos que alguém tomou um grande empréstimo no banco para investir em um negócio. Infelizmente, não teve sucesso. Se o gerente do banco for exigir a devolução do empréstimo, além do pagamento de todos os juros, ele fará com que a dívida se torne impagável. Mesmo se o devedor quisesse pagar a dívida, não conseguiria. Consequentemente, ele não fará qualquer tentativa para devolver o dinheiro que tomou emprestado. Contudo, se o gerente do banco estiver disposto a negociar – se oferecer um plano viável para o devedor pagar o que deve –, haverá mais chance de o banco recuperar o empréstimo.

Um fenômeno parecido ocorre no relacionamento entre o homem e D’us. Se D’us fosse excessivamente exigente – se Ele cobrasse todo pecado cometido – romperíamos a relação com Ele: passaríamos a fugir Dele, a ignorá-Lo. O Eterno, então, propõe um acordo – Ele nos perdoa e facilita o pagamento de nossa dívida com Ele – para que seja possível manter o relacionamento.

Muitas pessoas acreditam que perdoar é um sinal de fraqueza. Na realidade, é exatamente o oposto. A falta de perdão é sinal de fraqueza e insegurança enquanto perdoar é um ato de coragem, de força. Perdoar não significa dar permissão para que a pessoa volte a cometer o mesmo erro. Significa ter fé que a pessoa que errou não voltará a errar no futuro. Perdoar alguém significa acreditar nela. D’us nos perdoa porque Ele acredita em nós: Ele confia que nosso futuro será melhor que nosso passado.

Em muitos casos, não conseguimos compreender por que alguém deveria merecer ser perdoado: por que deveria ter uma segunda ou até uma terceira chance. Daí ocorre que D’us nos faz passar por algo parecido – nós, também, acabamos falhando – e clamamos por perdão – algo que não queríamos dar a outra pessoa. Muitas pessoas não querem perdoar os outros, mas a pergunta que se deve fazer a elas é: se fosse você que tivesse errado, você também gostaria de não ser perdoado?

Nossos Livros Sagrados nos ensinam que D’us se comporta conosco da forma como nos comportamos com as outras pessoas. Se formos tolerantes com outros, Ele será tolerante conosco. Por outro lado, se formos excessivamente rigorosos com as outras pessoas, Ele será excessivamente rigoroso conosco.

O Baal Shem Tov, fundador do Movimento Chassídico, ensinou que depois que a pessoa deixa este mundo, é ela própria que decreta seu próprio veredicto perante a Corte Celestial. Mostram a ela os atos de uma pessoa – sem revelar que se trata dela mesmo – e se lhe pergunta: “Qual deve ser o veredicto?”. Após a pessoa julgar o caso, é revelado a ela que se trata dela própria. Isso significa que as pessoas que estão acostumadas a julgar os outros favoravelmente acabarão julgando-se favoravelmente perante a Corte Celestial. Por outro lado, aqueles que são demasiadamente rigorosos com os outros, arriscam-se a se autocondenar. Quando alguém é rigoroso demais, esse rigor acaba se voltando contra si próprio.

O que impede o ato de perdoar ou de pedir perdão? Orgulho, arrogância e medo. E esses sentimentos estão entrelaçados. Muitas pessoas não pedem perdão às outras por motivo de orgulho: Por que eu deveria pedir perdão a tal pessoa? Afinal, sou muito mais importante, mais experiente, mais inteligente, mais bem-sucedido do que ela... O outro motivo é o medo da resposta. Muitos temem não serem atendidos e que isso seja motivo de vergonha, ou seja, de orgulho ferido.

Em Yom Kipur, pedimos perdão a D´us, mas, também, precisamos perdoar D’us. Conta-se a seguinte história sobre um grande mestre chassídico, o Rabi Elimelech de Lijensk. Na noite que antecede Yom Kipur, ele enviou um de seus alunos a certo botequim, para que este aprendesse o significado do perdão duplo. Ao chegar ao botequim, o aluno nota que o dono pede à sua esposa uma caderneta.

Ela leva uma caderneta para o marido onde ele havia recordado, ao longo do ano, tudo que D’us fizera de errado com ele: todos os sofrimentos que ele tinha passado durante o ano. Após terminar de ler essa caderneta, ele pede à sua esposa uma outra caderneta onde ele havia escrito todos os pecados que ele fizera contra D’us, ao longo do ano. Após ler essa caderneta, o dono do botequim se dirige a D’us, diz “Le’Chaim” e toma uma dose de bebida. Aí, diz: “D’us, você me perdoa por tudo que eu fiz de errado com o Senhor ao longo do ano e eu O perdoo por tudo de mal que o Senhor fez comigo ao longo do ano”. Essa história pode fazer as pessoas sorrirem, mas é algo sério.

Cada um de nós falha contra D’us ao longo da vida, mas todos nós temos, também, nossas chateações e ressentimentos em relação a Ele. Às vezes, brigamos com D’us, mesmo quando certas coisas acontecem em nossa vida que não têm nenhuma ligação com Ele.

Por exemplo, brigamos com alguém na sinagoga, e deixamos de frequentá-la, ou algo não ocorre como esperávamos e deixamos de colocar Tefilin. Em certos casos, porém, é justificado o sentimento de que D’us nos desapontou. Muitos de nós carregamos esse tipo de sentimento, principalmente, quando coisas difíceis acontecem ao longo do ano. Infelizmente, esse tipo de sentimento negativo acaba tomando conta de nosso coração.

Yom Kipur é o período do ano em que devemos livrar-nos desse tipo de sentimento. Yom Kipur – e os dias que antecedem essa data – é a época do ano para abrir um espaço para D’us em nossa vida, mesmo se acharmos que Ele “não merece”: mesmo se acreditamos que Ele não foi “tão bom” conosco no ano que se passou.

Muitas pessoas pensam, “Fiz tantas coisas boas e como é possível que D’us permitiu que tal coisa ruim acontecesse comigo ?”. Na realidade, nenhum de nós tem noção da Contabilidade Celestial e do que é, de fato, bom ou ruim para nós. De qualquer forma, vale ressaltar que mesmo esse tipo de ressentimento contra D’us é uma grande mostra de fé. Pois nós não nos zangamos com alguém em quem não acreditamos, tampouco nos chateamos com alguém de quem não esperamos nada de bom. As pessoas se chateiam com D’us porque acreditam Nele e esperam que Ele faça apenas o bem. Portanto, decepcionar-se com D’us é um sinal de grande fé, tanto na existência como na bondade infinita Dele.

Mas apesar desses sentimentos serem um sinal de fé, precisamos removê-los do nosso coração, pois eles obstruem nosso caminho e nossa felicidade. Sentimentos de dor, raiva e ressentimento, mesmo que totalmente justificáveis, são um grande obstáculo para tudo de bom na vida. Sentir raiva é o mesmo que tomar um copo de veneno e desejar que outra pessoa morra. Quem se prejudica é quem sente raiva – não o objeto da raiva. Como então, lidar com a dor, principalmente quando ela é profunda? A forma de lidar com a dor é tentar enxergar as coisas de forma diferente.

Yom Kipur é o dia de lembranças. Nesse dia, lembramo-nos de Amalek (o arqui-inimigo histórico do Povo Judeu), do mal, do Holocausto, das perseguições, dos 10 mártires que foram assassinados por Roma. Em Yom Kipur, lembramo-nos de nossos entes queridos que não mais estão entre nós. Quando nos lembramos desses entes queridos, podemos lembrar a dor causada pela perda e pela ausência ou podemos nos lembrar dos momentos alegres com eles. Quando se recita o Hashkabah  ou Yizkor1 em Yom Kipur e lembramos as almas que partiram deste mundo, devemos nos lembrar dos momentos preciosos que passamos com elas e do privilégio de as termos tido entre nós.

O Midrash nos ensina o seguinte: Quando Moshé Rabenu ensinou ao Povo de Israel o verso da Torá, “Lembre-se o que Amalek fez quando você saiu do Egito”, o povo disse a ele: “Moshé, nosso mestre. Um verso da Torá afirma, ‘Lembre-se o que Amalek fez para ti’. Outro verso diz: ‘Lembre-se do dia do Shabat para santificá-lo’. Como se cumprem ambos os versos? Um nos ordena lembrar e o outro, também. Moshé respondeu: “Um copo de vinho não é o mesmo que um copo de vinagre, mas esse é um copo e aquele também é um copo. Há a lembrança do Shabat e a lembrança de Amalek”.

Esse Midrash contém lições profundas. O vinagre é um derivado do vinho, mas este é doce e aquele é azedo. Ambos, o vinho e o vinagre, advêm da uva e ambos são bebidos em um copo. Na vida, temos a opção de beber um copo de vinho ou de vinagre. Tudo depende de como enxergamos as coisas, como lidamos com as lembranças. Isso é uma lição muito importante para esta e para as futuras gerações de judeus. Evidentemente, elas precisam aprender sobre a dor que nosso povo passou, as perseguições, o Holocausto. Mas também precisam aprender que o judaísmo é um copo de vinho e não de vinagre.

Quando o pai traz o filho à sinagoga, deve ser não apenas em Yom Kipur, mas em Simchat Torá também, para que o filho aprenda que o judaísmo não se restringe a orações e jejuns, mas é, também, um modo de vida baseado na alegria. De fato, um dos fundamentos da Torá é o mandamento de servir a D´us com alegria. Mas para poder viver com alegria, precisamos aprender a perdoar. Precisamos perdoar a D’us, as outras pessoas e a nós mesmos. 

Texto completo Aqui!

   Fiz essa postagem nesta mesma data do ano Judaico, a um ano atras, mas diferentemente do ano passado esse ano esta é comemorada não no dia 02 de outubro e sim no dia 20 de setembro, devido a diferença de calendários culturais entre o calendário solar "ocidental" e lunar "judaico".
Mas que data é essa? 
   É Rosh Hashaná, o aniversário do universo, o dia em que D'us criou Adam e Eva, e é celebrado como o mais importante do ano judaico. Claro que datas são sempre convenções humanas para marca algo a ser sabido ou comemorado, o que não tira sua importancia cultural. O que devemos fazer é comemorar! e vamos a mais detalhes a baixo da imagem.



FELIZ 5778!!!  Mas como se diz? QUE TENHAM UM ANO DOCE E BOM
20 de Setembro de 2017
  Consideremos uma data estimada ao primeiro dia do mundo, não aquele que muitas interpretações dizem ser  6/7mil anos atrás, e sim um marco a qual começou-se a se comemorar esse primeiro dia, ou uma data dada na escrita de um bom escritor.
   De acordo com a tradição judaica o mundo foi criado no mês de Tishrei, para o ocidente por seguir o calendário solar varia entre (setembro/outubro).
    Mesmo sendo ele o sétimo mês do ano lunar "Assunto matemático para outro artigo", ele "o mês Tishrei" é o primeiro mês do mundo pois nele o ciclo anual lunar inicia.
    Cálculos estranhos não! Mas na antiguidade o passar dos anos não eram contados como o calendário que temos hoje (Informações aqui). Em muitos povos os anos tinham menos meses, o que depois passou a ser adicionado muitos dias,  (veja aqui) até termos hoje um ano com 365 dias, e em muitas civilizações o calendário não era regido pelo sol e sim pela Lua.

      Vamos comemorar o ano novo de 5778 de template novo! 
     Ficou confusa(a) porque ainda estamos em setembro? Não fique! Só pense que eu sigo o calendário lunar Judaico. Claro que o ano fiscal é o mesmo que o seu (o solar) cujo o término é dia 31/12, mas religiosamente "Não veja como religião por não é" sigo o lunar.


   Estamos nesse momento se preparando para o Rosh Hashana "O ano Novo Judaico" e comemorando essa data mudei o template dos dois blogs.
    Agora são eles responsivos quase que totalmente porque ainda não terminei por completo o Mundocommaosdeseda, mas o Atelier Commaosdeseda esta ok.
     Deu um trabalhão, nunca havia estudando o código com sistema responsivo complexo assim, e de certa forma foi tudo novo para mim, mesmo lhe dando bem com a linguagem HTML e CSS da editoração eletrônica de livros, mas acho que o resultado final foi  bom. Vejam como ficaram nas imagens ou acessando os links. E se gostaram deixem um comentário, e se quiserem indicar meus trabalhos sejam de arte ou editoração serem agradecida! 

O texto O CALENDÁRIO JUDAICO: LINHA TEMPORAL ENTRE MATTIS KANTOR E THE CAMBRIDGE HISTORY OF JUDAISM é um trabalho que apresentar o calendário judaico moderno além de caracterizá-lo. 
  1. Trata de questões acerca do uso do calendário, do seu lugar social e da sua crítica. 
  2. Explica particularidades do calendário dito lunissolar além do uso de comparações baseadas numa tabela elaborada para questões didáticas. 
  3. Trabalha com problematizações sobre linhas temporais, datações, etc., destacando duas cronologias em particular:
  Com isso, pretendemos não só lidar com o calendário  judaico em si, mas também perseguir superficialmente as pretensões de Kantor ao usar como base de sua enciclopédia de linha temporal, o calendário judaico...

Luminária Turma do Chaves 'Chaves'Mais um lindo pedido concluído, foram 8 peçinhas para centros de mesa. "Frase da cliente: Midian porque não fiz todos as coisinhas de minha festa com você?"  Lindo o importante é que fiz algo.




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